Confirmam-se sinais de abrandamento nas maiores economias do mundo

Economia

As principais economias mundiais estão a perder gás e a tendência está a reforçar-se, sinalizam os indicadores coincidentes da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Económico (OCDE), divulgados esta segunda-feira.

Estes indicadores, que servem para antecipar momentos de viragem no ciclo económico, “continuam a apontar para um abrandamento do crescimento na maioria das maiores economias”, frisa a OCDE.

Nos Estados Unidos e na Alemanha, os sinais ainda tímidos de perda de fôlego da atividade, que ficaram assinalados há um mês, “foram confirmados”, salienta a OCDE numa nota para a comunicação social.

Ao mesmo tempo, para Canadá, Reino Unido e zona euro como um todo – incluindo França e Itália – a avaliação continua a ser de “abrandamento”.

Quanto a Portugal, o indicador recuou em novembro para 99,30 pontos, o valor mais baixo desde setembro de 2013. Foi o quinto mês seguido de descida neste indicador.

  • A produção industrial caiu 2,5% em novembro de 2018 em Portugal em relação ao mês anterior. Pior a Irlanda, com uma queda de 7,5%. No conjunto da zona euro, a quebra mensal foi de 1,7%, depois de um crescimento ligeiro de 0,1% em outubro, segundo dados do Eurostat publicados esta segunda-feira. Em termos anuais, a contração industrial em novembro foi de 3,3% no espaço da moeda única

  • O comércio internacional chinês sofreu uma forte queda no último mês de 2018, penalizado pela guerra comercial e pelo abrandamento da economia a nível doméstico. As exportações recuaram 4,4% em termos homólogos e as importações encolheram 7,6%

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